Meu gerador a diesel não pega: os 7 motivos mais comuns (e como identificar cada um)
Guia de diagnóstico passo a passo antes de chamar a assistência.
Manutenção preventiva
Todo mês, em milhares de prédios, alguém desce até a casa de máquinas, liga o gerador, deixa funcionando dez ou quinze minutos, desliga e anota no caderno que o teste foi feito.
Esse procedimento tem valor — mas prova bem menos do que quase todo mundo imagina. E, feito assim por anos, ele ainda causa um problema próprio.
Coisas reais, e vale reconhecê-las:
Tudo isso é útil. O problema é o que fica de fora — que é justamente o conjunto de coisas que o gerador precisa entregar na queda de energia.
Aqui está a parte que quase ninguém sabe. Motor diesel operando por longos períodos com carga muito baixa não atinge a temperatura de trabalho, e a queima fica incompleta.
Combustível e óleo não queimados se acumulam:
Esse acúmulo é conhecido no setor como wet stacking. Um gerador testado só em vazio por anos acumula esse depósito progressivamente — e o efeito é perda de rendimento e desgaste acelerado, causados pelo próprio procedimento que deveria protegê-lo.
A melhor, porque testa o sistema inteiro: gerador, ATS, cabeamento e a carga verdadeira. Exige combinar o horário com os moradores ou com a operação, já que haverá transferência de energia.
O que observar: tempo de transferência do ATS, comportamento da rotação e da frequência no momento em que a carga entra, fumaça, e estabilidade ao longo do tempo com o motor aquecido.
Equipamento resistivo conectado ao gerador que simula carga controlada, sem envolver a instalação do prédio. É a forma de testar quando a carga real é pequena demais ou quando não se pode interromper o fornecimento.
A vantagem é o controle: dá para aplicar carga em degraus e observar o comportamento em cada patamar, o que revela problema de vazão com muito mais clareza.
O teste com carga deveria fazer parte da rotina periódica, não ser evento excepcional. O princípio é simples: o motor precisa atingir e manter a temperatura de trabalho, o que não acontece em poucos minutos de marcha lenta.
A periodicidade e a duração específicas devem seguir o manual do fabricante do seu equipamento e a orientação de quem faz a manutenção — variam com porte, tipo de motor e criticidade da aplicação. O que não varia é a conclusão: sem carga, o teste não testa o que importa. A periodicidade da parte de injeção está no artigo sobre de quanto em quanto tempo revisar a injeção.
Teste sem registro tem metade do valor, porque o que denuncia desgaste é a comparação ao longo do tempo. Anote sempre:
Um gerador que ano passado assumia a carga sem oscilar e este ano oscila está avisando com meses de antecedência. Sem registro, esse aviso passa despercebido.
É exatamente o sinal que a injeção dá antes de falhar de vez. Fazemos manutenção de bomba injetora para gerador a diesel em bancada própria, com retirada da peça no local em Curitiba e região, laudo do serviço e garantia de 1 ano.
Bancada própria na BR-116, em Curitiba, desde 1983. Retiramos a peça no local, orçamento fechado depois do teste, laudo técnico e garantia de 1 ano.
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Não trate como manutenção de rotina. Trate como retorno de inatividade.
A plaqueta manda. É o código dela que define a tabela de calibração.